BOLSONARO CONGELOU O IR E PUNISSE A CLASSE MÉDIA
Jair Bolsonaro manteve a tabela do Imposto de Renda totalmente congelada por 4 anos, arrochando a classe média assalariada, distorção que só foi revertida com a isenção até R$ 5 mil no governo atual.
Apoio aos pequenos negócios, isenção de IR até R$ 5 mil, desemprego em mínima histórica e responsabilidade fiscal.
Jair Bolsonaro manteve a tabela do Imposto de Renda totalmente congelada por 4 anos, arrochando a classe média assalariada, distorção que só foi revertida com a isenção até R$ 5 mil no governo atual.
Jair Bolsonaro rompeu o teto de gastos em quase R$ 800 bilhões com pacotes eleitoreiros na véspera da eleição de 2022, gerando inflação e dívida descontrolada que o novo marco fiscal precisou estancar.
Flávio e a família Bolsonaro prometem cortes radicais sem transparência — ameaçando atingir aposentadorias e a Farmácia Popular —, em vez de manter a responsabilidade orçamentária previsível de hoje.
O desemprego bateu mais de 14% e deixou quase 15 milhões sem trabalho no governo Bolsonaro, realidade dramática que só foi superada agora com a taxa recuando para 5,4%, a menor da série histórica.
Instabilidades políticas e ameaças institucionais de Bolsonaro afastaram o Brasil do selo de bom pagador no mundo, quadro que começou a virar com a elevação da nota soberana por S&P, Fitch e Moody’s.
Jair Bolsonaro e Paulo Guedes prometeram simplificar tributos mas travaram a reforma por 4 anos mantendo o manicômio fiscal, destravado apenas com a aprovação da Emenda Constitucional 132.
A inflação oficial (IPCA) bateu mais de 10% e corroeu o poder de compra das famílias sob Bolsonaro, descontrole que foi contido e reconduzido para dentro da meta com autonomia do Banco Central.
Confrontos diplomáticos de Jair Bolsonaro afugentaram grandes fundos globais do Brasil, cenário que se inverteu com o país voltando ao topo dos destinos de Investimento Estrangeiro Direto (IED).
Jair Bolsonaro aprovou a PEC dos Precatórios para adiar o pagamento de dívidas judiciais de aposentados e credores criando rombo de R$ 95 bi, calote que o atual governo teve de quitar para restabelecer a segurança jurídica.
O governo Bolsonaro deixou mais de 70 milhões de brasileiros inadimplentes e sem crédito na praça, sufoco que começou a ser aliviado com os descontos de até 90% viabilizados pelo Desenrola Brasil.
Em 2022, Jair Bolsonaro vetou integralmente o socorro fiscal (Refis) que parcelava as dívidas tributárias de micro e pequenas empresas sufocadas pela pandemia, forçando o Congresso Nacional a se mobilizar para derrubar o veto e salvar os pequenos empreendedores.
Após o recorde de microempresas negativadas sem apoio efetivo na gestão anterior, o Desenrola Pequenos Negócios e o programa Acredita destinaram bilhões em garantias de renegociação e crédito com juros menores para MEIs e microempresas recuperarem a capacidade de investimento.
O governo Bolsonaro prometeu por quatro anos simplificar tributos e desregulamentar, mas encerrou o mandato mantendo intacto o manicômio tributário de mais de 1.500 horas anuais para pagar impostos, desafio que só avançou com a Reforma Tributária preservando integralmente o Simples Nacional.
Mais de 110 argumentos documentados com fontes primárias.